• Vinni Corrêa

Cairo Trindade

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Cairo de Assis Trindade nasceu em Porto Alegre em 1948 e mudou-se para o Rio de Janeiro em 1968. Foi um dos fundadores do Movimento de Arte Pornô, um coletivo transgressivo e de vanguarda cujo empenho foi o de criticar o moralismo da ditadura militar no Brasil usando a pornogra- fia tanto como forma de resistência política como uma for- ma de expressão poética. A partir de então ficou conhecido como Príncipe Pornô. Com sua esposa Denizis Trindade, forma a Dupla do Prazer. Cairo é poeta, contista, crônista, dramaturgo, performista, ator e consultor literário. Publicou livros de poesia (“PoetAstro”, “Saca na Geral”, “Liberatura”, “Poematemagia” e “Poesya, que porra é essa?”); obras de dramaturgia (“Verbenas de Seda” e “Raízes e Asas”); além de várias antlogias, como a “Antolorgia: Arte Pornô”. Infelizmente veio a falecer em 11 de dezembro de 2019, após o fechamento desta edição da Obscenografica.

Cairo de Assis Trindade was born in Porto Alegre in 1948 and moved to Rio de Janeiro in 1968. He was one of the founders of the Porn Art Movement, a transgressive and avant-garde collective whose commitment was to criticize the moralism of the military dictatorship in Brazil using pornography as both a form of political resistance and a form of poetic expression. So he became known as Prince Porn. With his wife Denizis Trindade, they form the Couple of Pleasure. Cairo is a poet, short story, chronicler, dramaturge, performer, actor and literary advisor. He has published books of poetry (“PoetAstro”, “Saca na Geral”, “Liberatura”, “Poematemagia” and “Poesya, que porra é essa?”); plays works (“Verbenas de Seda” and “Raízes e Asas”); besides several anthologies, like the “Antolorgia: Arte Pornô”. Unfortunately, he died on December 11, 2019, after the closing of this edition of Obscenografica.




Proletarado


dá duro vive duro e de pau duro


duro na queda inda goza:

"melhor viver de pau duro

na dureza i dando duro do que nascer bunda-mole

viver em cima do muro

e acabar dedo-duro servindo a qualquer DITADURA".



HAY-KAYRUS


Como dizer quem come,

se, quando nos amamos,

temos a mesma fome?




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Veja todos os trabalhos da Obscenografica Edição 1


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